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Notícias / News

Especialiastas europeus apresentam estudo recente onde dizem que bebida diária pode reduzir risco de infarto

Alguns alimentos podem proteger ou atacar diariamente o seu ’amigo do peito’.

Imagine se você fizesse o seguinte pedido em um restaurante: "Por favor, quero um ômega 3 grelhado, acompanhado de alfa e beta-caroteno, genisteína, adenosina e bem temperado com quercitina, alicina, trissulfeto de metil-alila, capsaicina e um fio de ácido graxo monoinsaturado. Para beber, um cálice de luteonina e resveratrol. Ah! Como sobremesa, uma salada de flavonóides e fibras insolúveis, regada a suco de triterpenóides e vitamina C e salpicada com fibras solúveis." Certamente, o garçom não entenderia nada.

Em compensação, seu organismo sim. E o seu coração ficaria eternamente grato se esses nutrientes de nomes esquisitos fossem incluídos diariamente no seu cardápio.

Em outras palavras, nosso menu ficaria assim: "Por favor, quero um peixe grelhado, acompanhado de cenoura e abóbora, ervilhas, grãos de soja e cogumelos e bem temperado com cebola, alho e pimenta e um fio de azeite extra-virgem. Para beber, um cálice de vinho tinto. Ah! Como sobremesa, uma salada de frutas, regada a suco de laranja e salpicada com aveia."
 
Os pesquisadores não sabem dizer ainda como a bebida alcoólica protege o coração em homens, mas se sabe que ela ajuda a aumentar as lipoproteínas de alta densidade, também conhecidas como bom colesterol, que impedem que o chamado mau colesterol se acumule nas artérias.

As gorduras, também denominadas lipídeos, são substâncias ricas em energia que servem como fonte principal de combustível para os processos metabólicos do corpo. As gorduras são obtidas dos alimentos ou são formadas no corpo (sobretudo no fígado) e podem ser armazenadas nas células adiposas para uso futuro. Além disso, as células adiposas isolam o corpo contra o frio e ajudam a protegê-lo contra lesões. As gorduras são componentes essenciais das membranas celulares, das bainhas de mielina que envolvem as células nervosas e da bile.

Para as pessoas que apreciam um boa cerveja, especialistas de vários países da Europa apresentaram os estudos mais recentes, que demonstram os benefícios do consumo da bebida para a saúde, durante o IV Simpósio sobre Saúde e Cerveja, em Bruxelas.

De acordo com o doutor Ramon Estruch, do serviço de medicina interna do Hospital Clínico de Barcelona, beber cerveja de forma moderada melhora o sistema cardiovascular e diminui o risco de complicações a ele relacionadas, como o infarto do miocárdio.

Segundo o médico, a dose recomendável não deve superar dois copos por dia, no caso de mulheres, e quatro, no caso de homens, salvo cervejas com maior teor alcoólico, onde a dose deve diminuir.

Contudo, a bebida não deve ser consumida diariamente, e deve ser ingerida acompanhada de comida.

Já um outro estudo indica que a cerveja tem uma substância, a prolactina, que possui propriedades antiinflamatórias, além de ajudar na luta contra alergias e a osteoporose.

Outros estudos apresentados no Simpósio sobre Saúde e Cerveja mostravam que as pessoas que bebem dois copos de cerveja ou de vinho possuem uma agilidade mental melhor do que os abstêmios, e que os consumidores moderados de cerveja são mais felizes, se suicidam menos e faltam menos ao trabalho.

Por último, um estudo mostrou que um dos componentes da cerveja, o xantohumol, pode ajudar a prevenir alguns tipos de câncer e que essa substância exerce um papel antioxidante muito importante e, em alguns casos, mais eficaz que a vitamina E.

As duas principais gorduras presentes no sangue são o colesterol e os triglicerídeos. As gorduras ligam-se a determinadas proteínas para deslocar-se no sangue. As gorduras e proteínas combinadas são denominadas lipoproteínas. As principais lipoproteínas são os quilomícrons, as lipoproteínas de densidade muito baixa (VLDL), as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e as lipoproteínas de alta densidade (HDL). Cada tipo de lipoproteína serve para um propósito diferente e é decomposta e excretada de uma maneira discretamente diferente. Por exemplo, os quilomícrons originam-se no intestino e transportam certos tipos de gordura digerida dos intestinos para a corrente sangüínea. Em seguida, um grupo de enzimas remove a gordura dos quilomícrons para utilizá-la como fonte de energia ou para armazená-la nas células adiposas. Finalmente, o quilomícron restante, sem a maior parte de sua gordura (triglicerídeos), é removido do sangue pelo fígado.

O organismo regula as concentrações de lipoproteínas de várias maneiras. Uma delas é a redução da síntese de lipoproteínas e de sua entrada na corrente sangüínea. Uma outra maneira é o aumento ou a diminuição da velocidade com que as lipoproteínas são removidas do sangue. Concentrações anormais de gorduras circulantes na corrente sangüínea, sobretudo de colesterol, podem acarretar problemas a longo prazo.

O risco de aterosclerose e doença das artérias coronárias ou carótidas (e, conseqüentemente, o risco de infarto do miocárdio ou de acidente vascular cerebral) aumenta com o aumento da concentração total de colesterol. Por essa razão, as concentrações baixas de coles-terol geralmente são melhores do que as altas, embora as concentrações extremamente baixas de colesterol também possam ser prejudiciais. A concentração ideal de colesterol total é provavelmente de 140 a 200 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl) ou menos. O risco de infarto do miocárdio é mais do que o dobro quando a concentração de colesterol total aproximase de 300 mg/dl. Nem todas as formas de colesterol aumentam o risco de cardiopatia (doença cardíaca). O colesterol transporatado pela LDL (o chamado colesterol ruim) aumenta o risco; o colesterol transportado pela HDL (o chamado colesterol bom) diminui o risco e é benéfico. De modo ideal, a concentração de LDL-colesterol deve ser inferior a 130 mg/dl e a de HDL-colesterol deve ser superior a 40 mg/dl. A concentração da HDL deve representar mais de 25% do colesterol total.

Apesar dos resultados da pesquisa, especialistas recomendam cautela e alertam que o excesso de bebidas alcoólicas pode aumentar o risco de outras doenças já que o álcool é responsável por 1,8 milhão de mortes por ano em todo o mundo.

Vá com calma, e nao va sair por ai bebendo achando que a bebida agora é um santo remédio, cuidado com os excessos, e se for dirigir nao beba.

Fonte: internet

 



 
 
 
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